Uma cidade em movimento,
com tamanho certo
e consumo forte em varejo e serviços.
Santa Luzia é um município histórico da Região Metropolitana de Belo Horizonte, a cerca de 18 km da capital, com vocação industrial e de serviços e um cotidiano cada vez mais urbano. Com população em torno de 230 mil habitantes e alta taxa de escolarização entre 6 e 14 anos, a cidade reúne uma base consistente de moradores, trabalhadores e empreendedores que consomem perto de casa e do trabalho.
Números que traduzem oportunidades!
População: cerca de 230 mil habitantes (2022–2024), entre os municípios mais populosos de Minas Gerais.
PIB total: em torno de R$ 5,29 bilhões (2021), com participação relevante na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
PIB per capita: aproximadamente R$ 23,8 mil/ano, faixa que reforça consumo cotidiano consistente. A renda gira principalmente na economia de bairro, favorecendo compras simples, frequentes e próximas.
Empresas ativas: cerca de 25,9 mil CNPJs, com crescimento recente no número de estabelecimentos – cenário típico de mercado em expansão. Aproximadamente 68% das empresas são MEI, o que mostra vocação para pequenos e médios negócios, prestação de serviços e comércio de proximidade.
Esses números mostram uma cidade com escala intermediária: grande o suficiente para sustentar um mercado consumidor relevante, mas ainda com espaços claros para novas centralidades de comércio e serviços — como um Shopping na cidade.
A economia de Santa Luzia é sustentada principalmente por serviços e indústria, com participação bem menor da agropecuária. Os dados mais recentes apontam que os serviços respondem por algo em torno de 40–43% do valor adicionado da cidade, seguidos pela indústria (cerca de 34–38%) e pela administração pública (cerca de 22–23%).
Na prática, isso significa uma população com renda concentrada em trabalho urbano e um padrão de consumo muito voltado para varejo e serviços locais: alimentação fora de casa, conveniência, saúde, beleza, serviços financeiros, telefonia, pequenos reparos, entre outros.
Tradição, eventos e indústria que trazem gente.
Santa Luzia combina patrimônio histórico, calendário de eventos e um parque industrial relevante da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Isso gera diferentes ondas de fluxo ao longo do ano – trabalhadores, turistas, visitantes de eventos – que se somam ao movimento cotidiano dos moradores.
Para o lojista, isso significa uma cidade com sazonalidade positiva (datas de evento e turismo), público extra-região circulando e base fixa de trabalhadores que consome serviços e varejo no entorno — cenário perfeito para um Shopping de vizinhança capturar tanto o fluxo do dia a dia quanto os picos de movimento ao longo do ano.
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Centro Histórico (Rua Direita e Praça da Matriz)
Santuário/Matriz de Santa Luzia
Mosteiro de Macaúbas
Solar da Baronesa / Museu
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Mega Space – um dos maiores centros de eventos do Brasil, com área de mais de 500 mil m² e capacidade para até 200 mil pessoas, recebendo shows, festivais, eventos automotivos e grandes feiras.
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Grandes plantas industriais e centros logísticos (como Thyssenkrupp e 3 Corações) atraem um público trabalhador expressivo e uma cadeia de fornecedores que se relaciona com a cidade diariamente.
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Mais de 25 mil empresas ativas e crescimento recente de estabelecimentos, mostrando um mercado em movimento e em busca de novos pontos físicos para vender.
Gente da cidade, hábitos de vizinhança
O público natural do Brazilian Shopping é formado por famílias e trabalhadores de Santa Luzia e do entorno imediato, com força nas faixas de 25 a 49 anos, que equilibram trabalho, filhos, casa e vida social. É um perfil que valoriza preço justo, praticidade, segurança e acesso fácil, e que prefere resolver tudo o que pode perto de casa ou do trabalho.
Dia a dia – resolver serviços rápidos, pagamentos, pequenos consertos, farmácia, mercado, conveniência.
Pós-trabalho – fazer compras da semana, passar na praça de alimentação, resolver algo que ficou pendente.
Fim de semana – lazer leve, cinema, encontro em família, passeio com crianças.
É um público que volta porque o Shopping está na rota natural da rotina. A visita nasce da necessidade, se repete pelo hábito e vira relacionamento para as marcas que se posicionam bem.
Por que Santa Luzia pedia um Shopping de vizinhança.
Em uma cidade com quase 230 mil pessoas, economia baseada em serviços e indústria, forte presença de pequenos negócios e consumo muito orientado ao varejo e serviços locais, a ausência de um Shopping de vizinhança completo sempre foi um ponto fora da curva.
O Brazilian Shopping surge justamente para ocupar esse espaço: organizar o consumo que já existe, concentrar serviços que hoje estão dispersos, oferecer lazer acessível e criar um endereço único onde a cidade se encontra. Para quem investe e opera aqui, isso significa conectar sua marca a um mercado consistente, próximo e recorrente, com potencial de crescimento junto com Santa Luzia.

